Edemilson J. da Silva Rio do Sul - SC
Eu diria que a minha história começou em 1980, ano do meu primeiro emprego, este emprego que foi justamente na Frahm. trabalhei no grupo Frahm até (+-) 1987 ano em que me casei, casamento este que durou até 1991.
Em 1992 casei novamente, e também foi o ano em que começou a paixão pela música.
Neste ano comecei a tocar bateria em uma banda de baile, e em 1994 comprei uma banda com mais dois sócios, permanecemos com a banda até 1998 quando acabamos com a sociedade. Em 1999 comprei alguns equipamento e comecei a fazer som mecânico; os anos passavam e eu via a necessidade de trocar os equipamentos, com esta necessidade resolvi investir na FRAHM.
E nos dias de hoje faço muitos eventos, tenho vários clientes fixos, como: Cravil sindicato dos contabilistas do alto vale, unidas veículos, Strasburg e outros.
Hoje conto com os seguintes equipamentos da marca FRAHM: RF 1000, RF 2000, PS 2000, PS 1000 e 1500, uma potencia e um Mixer MP8 e duas cxs FP 800.
E assim eu me despeço contando um pouco da minha vida e dizendo que levo está marca onde vou.
Grande abraço.
Thiago Rodrigues Cambé - PR
Há muitos anos eu comprei uma vitrola portátil da marca Frahm. Na época, eu ainda não conhecia direito a empresa, mas a qualidade do produto me impressionou e ainda estou com ele até hoje.
Jaison Gerber Itajaí - SC
Minha primeira caixa de som foi uma Frahm. Eu sou guitarrista e no meu começo ganhei uma Frahm Multi-uso do meu pai, pra ter o efeito de distorção na guitarra igual o dos "Mamonas Assassinas". Eu plugava a guitarra na saída de microfone da caixa e colocava no último volume e conseguia o som distorcido...
Muito boa lembrança.
Waldir Ulisses Ferri Porto Alegre - RS
A história do inicio da Frahm, todos já conhecemos: nesta época era formada pelos sócios Sr. Norberto Frahm, Sr. Osni e Sr. Moacir, e ficava localizada na Rua Washington Luiz. Quando eu, Ferri, comecei a representar a Frahm foi mais ou menos em junho de 1968 pela Comercial Super TV de Antenas.
Nesta data quando iniciei a vender Frahm no Rio Grande do Sul o diretor era o Sr. Moacir, e seu filho era o gerente de vendas; o antigo representante ficou devendo R$ 7.000,00 que era muito dinheiro na época.
Informo que no inicio as vendas foram muito difíceis em nosso estado, pelas confusões criadas pelo antigo representante e também pelo nome Frahm, porque os clientes só queriam produtos da Philips, também durante o inicio das nossas vendas, começaram as dificuldades na indústria Frahm, criando uma crise muito grande na mesma.
O Sr. Osni e Sr. João chamaram o Sr Norberto comunicando-lhe que se o mesmo não assumisse urgentemente a Frahm, a mesma iria à falência. Fizeram então uma reunião com os três sócios explicando a situação grave. Como o Sr. Norberto tinha 50% da rádio junto com o Sr. Osni, fizeram as trocas das ações. Quanto ao Sr. Moacir, realizou um calculo do 33% das ações e o indenizou. Sr. Moacir se retirou da empresa e comprou um hotel na cidade de Camboriú. Sr. Norberto tomou esta atitude, mas exigiu as seguintes condições: que o Sr. Osni Cose e João dos Santos ficassem com a responsabilidade de dirigir a empresa.
As dificuldades continuaram. Como a Frahm comprava componentes da ICOTRON com indústria em Gravataí/RS e o escritório de compras era em SP, o Sr. Norberto ia a SP para fazer as compras e passava o dia na sala de espera e não era atendido, ai o Sr. Osni e o Sr. João descobriram que o Diretor da ICOTRON morava em Porto Alegre/RS. Enviaram-me uma correspondência que eu procurasse o endereço desse vendedor aqui na cidade, e pela sorte que sempre a Frahm teve, coincidentemente o diretor morava em meu prédio. Comuniquei ao Sr. Osni e João e eles mandaram Seu Israel Aguiar para minha casa para ser representado para o Sr. da ICOTRON, o que foi feito, e ficou tudo acertado.
O Sr. Aguiar levou para Rio do Sul a autorização para o Sr. Norberto ir fazer as compras o qual foi atendido plenamente em suas intenções de compra. Com o passar do tempo a Frahm nomeou o Sr. Aníbal para fazer as compras em SP e remeter para Rio do Sul, e a Frahm começou a construir uma nova fábrica na rua Prefeito Wenceslau Burine, nesta nova fábrica teve em Rio do Sul uma grande enchente, destruindo todo o parque fabril, ficando apenas o imóvel e as máquinas.
Mas como a Frahm sempre foi uma empresa muito honesta com sua clientela, e também pela qualidade de seus produtos, que já estavam a se impor no mercado nacional, o que a diretora fez, remeteu uma correspondência a todos os clientes que já compravam Frahm, pedindo que mantivessem uma confiança real e restrita durante 90 dias, que a Frahm cumpriria com suas obrigações e voltaria com toda a força para o mercado nacional.
E a assim a Frahm conseguiu vencer mais um grande obstáculo.
Tive muitas boas passagens pela Frahm, uma ocasião, numa convenção de fim de ano, realizada no clube Comercial Concórdia, após um farto jantar foi encerrada as festividades a meia noite, ai desafiaram-me para saltar do trampolim, só que quando fui saltar, os representantes tiraram o corpo fora, e apresentaram os filhos Sr. Norberto Alberto e Fernando, e não desisti e saltei de roupa e tudo junto com eles.
Nos anos de 1984, 1985 e 1986, fui, consecutivamente, três vezes o melhor vendedor do Brasil. Num ano ganhei 150g de ouro sendo apelidado o menino de ouro, no outro ano ganhei uma viagem ao RJ, Fortaleza e Manaus, hotéis cinco estrelas, liguei para todos os representantes da região norte e nordeste, programei com eles os hotéis e muitos me levaram do aeroporto para o hotel e vice-versa, o qual eu devo um grande carinho a todos eles.
Como nós já tínhamos o nome forte no Brasil e principalmente no Rio Grande do Sul, eu programei com os clientes os meses de setembro a dezembro, viajei durante 30 dias, fazendo todo o Norte e Nordeste, terminando em Brasília onde o Sr. Miranda foi me buscar no aeroporto e me levou a pousada do Rio Quente, ficando hospedado neste local por três dias. Sr. Miranda com sua senhora levou eu e minha esposa até a pousada no seu carro e nos pagou até a hospedagem.
Outra particularidade: no inicio da Frahm o Sr. Norberto fabricava 10 Rádios/mês e o Sr. Aguiar vendia nas colônias, depois disso a qualidade foi crescendo e a fabrica aumentou a produção para 100 rádios/mês. Adquiriram uma rural para fazerem as vendas. Mas as estradas eram muito esburacadas, o Aguiar vinha descendo um morro e olhando para o lado viu que uma roda passava por ele. Era a roda traseira da caminhonete.
Outra particularidade (2): quando a fabrica estava na Washington Luiz os clientes perguntavam o tamanho da fabrica da Frahm e ele em exclamação falava: eu só queria que vocês vissem o tamanho da caixa d'água.
Outra particularidade (3): os representantes ficavam hospedados no Grande Hotel, nos corredores do hotel havia caixas da madeira com areia para colocar os tocos de cigarros, e cestos de lixo em forma de cilindros, então eu e o Aguiar colocávamos os cestos apoiados nas portas e com a caixa de areia em cima, batíamos na porta do colega e quando este abria caia toda a areia no seu quarto.
Tenho muitas histórias, mas ficaria muito extenso. Por isso agradeço a Deus, e a Diretoria, tanto a antiga, quanto a atual da empresa pelo eu sucesso e minha vida profissional.
Paulo Henrique Silveira Londrina - PR
A minha história com a Frahm começou...
Entre 2003 e 2004, fui convidado por uma amiga à participar de um grupo de adolescentes e para formar um grupo musical, que até então não existia.
Ela cantava e precisava de uma pessoa que tocasse teclado, e como sou tecladista, ela logo pensou em mim. Então convidamos mais um amigo pra tocar guitarra.
Quando marcamos o primeiro ensaio, montamos os instrumentos, dai perguntamos à nossa amiga: "Onde vamos plugar nossos instrumentos?"
Então ela entrou numa salinha e apareceu carregando uma multiuoso da FRAHM.
Na hora demos risada e fizemos piada com a "caixinha" que ela trouxe.
As risadas duraram pouco, foi só o tempo de conectarmos nossos instrumentos e microfone na caixa e dar as primeiras notas. A "caixinha" nos calou com sua potência e perfeição de som!
Tocamos por muito tempo nesta caixa, e até hoje em rodas de conversa lembramos dela, que esteve presente em nossas festas, quando conectávamos nossos disc-man na sua entrada auxiliar e fazíamos o maior barulho.
PS: Hoje não faço mais parte deste grupo, mas sei que ela existe ainda e que ainda está em uso.
Emilia rio do sul - SC
Nunca esqueço quando Sr. Norberto chegou na minha sla e me pediu para guardar uma caixinha com percevejo. O que mais me chamou a atençao é que ele vinha pedir os percevejos. Ficou na memória.
Elenir Rio do sul - SC
Tenho muitas historias felizes pra contar, mas a que mais marcou minha vida dentro da empresa foi uma historia triste, que abaixo relato:
Comecei a trabalhar em uma prensa após a operadora da mesma ter pedido a conta. Nesta mesma época, minha sogra que amo muito descobriu que estava com cancer. Como sempre tenho comigo que nada acontece por acaso, pensem no lado positivo comigo!
Assim que comecei a trabalhar na prensa, nao deu 1 mes e sofri um acidente, onde pedi meu dedo na maquina. Nessa mesma semana, minha sogra começou o tratamento em blumenau.
Assim fiquei 3 meses de licença, e nesse tempo, que foi me dado por conta do acidente, pude cuidar dela, que veio a falecer na semana que voltei a trabalhar. Minha conclusao:
Perdi o dedo por uma razao, poder cuidar e ficar com ela nos últimos dias de sua vida. Com certeza tem o dedo de deus.
PAULINHO SOLUÇÃO SALTO - SP
“A VITÓRIA PERTENCE AO MAIS PERSEVERANTE...” “O SUCESSO É A SOMA DE PEQUENOS ESFORÇOS”... Parabenizo por meio deste toda a PRESIDENCIA, DIRETORIA E FUNCIONÁRIOS DA FRAHM, pela comemoração 50 ANOS de EXCELENTE TRABALHO, DETERMINAÇÃO, PROFISSIONALISMO E SUCESSO, realizado em seus projetos para o desenvolvimento e progresso do Brasil. Recebam esta singela homenagem com meus sinceros votos de muitas realizações. O potencial de trabalho de cada um de vocês é de grande valor para a cultura de nosso país. PARABÉNS! Desejo e deixo nestas poucas palavras votos de muita SABEDORIA, CONHECIMENTO, ENTENDIMENTO e principalmente DISCERNIMENTO em todos os seus caminhos. Acabei de depositar na conta de vocês a importância de muitos DIAS, SEMANAS, MESES E ANOS DE FELICIDADE E PROSPERIDADE, SAÚDE, PAZ, AMOR e que Deus estenda às mãos sobre vocês e toda sua família e acrescente 100 por cento de juros em cima de tudo isso. “A MAIOR RECOMPENSA PELO TRABALHO NÃO É O QUE A PESSOA GANHA, MAS O QUE ELA SE TORNA ATRAVÉS DELE.”
DESEJO SUCESSO A TODOS!
PAULINHO SOLUÇÃO
www.paulinhosolucao.blogspot.com
paulinhosolucao@gmail.com
solucaopaulinho@hotmail.com
Salto/SP
É PRECISO ESTAR SEMPRE ATENTO HEIN!!
Gustavo Eickhoff Florianópolis - SC
Minha história com a Frahm é da década de 80, na cozinha da minha avó tinha um rádio AM pequeno que estava sempre ligado noite e dia, o tempo passou vô e vó se foram e o rário está comigo o neto mais velho dos homens, hoje ele ainda liga só que apenas nos dias de jogo e na minha cozinha agora, quando ligo ele no fim de semana posso sentir o cheiro da coziha da minha avó, e todos da família que chegam la em casa comentam sobre como este rádio marcou algum momento para eles. Abraços
Iracema rio do sul - SC
Estavamos trabalhando em um dia normal, e uma atitude do Sr. Norberto Frahm me chamou muito a atenção.
Ele entrou na fábrica jundo de um eletrecista, e chegando no local onde precisava de reparos, ele orientou o eletrecista oque ele queria que fosse feito e a forma de fazer, e entao se retirou.
Ao voltar, viu que o eletrecista fez oque ele nao pediu, e entao disse:
Aprende enquanto eu estou vivo, pois depois que morrer nao virei te ensinar.
Cleomar Focques Itapema - SC
Minha história com a Frahm começou em minha infância no Rio Grande do Sul. Um irmão de meu avô era um militar aposentado e contava muitas histórias para mim, e meus primos. Gostávamos muito de escutar suas histórias dos tempos antigo, po´rme o que muito me fascinava era um rádio amarelo, com caixa de madeira envernizada Frahm, modelo Princípe que este senhor trazia em cima de um armário. Acredito que este modelo deve ter sido um dos primeiros da Frahm. Pois este tio avô de nome Osmar percebeu que toda a vez que eu ia até a sua casa, não tirava o olhos e os ouvidos daquele rádio fascinante. Então um dia ele veio a falecer, infelizmente. Para minha surpresa sua esposa me disse logo que fui visita-lá que este tio havia me deixado uma herança. Fiquei surpreso e muito comovido quando ela me alcançou o rádio que tanto admirava. E tenho ele até hoje. Já esta comigo a 15 anos e não faço idéia de quantos anos tem este modelo a válvula. Abraço para todos e feliz Natal!
Volni Francisco Linhares Blumenau - SC
Eu tinha entre 16 e 18 anos, por volta de 1981 à 1983. Estudava no ensino médio o curso Técnico em Eletrônica no então CIS, hoje Cedup de Blumenau (SC). Na ocasião, nossa turma teve a oportunidade de fazer uma visita a Frahm. Conhecemos todos os processos de produtivos da empresa. Eu, um jovem estudante de eletrônica, fiquei deslumbrado não somente com toda a estrutura da fábrica, mas principalmente com a atitude da direção da empresa em "abrir as portas" para nós, jovens estudantes.
Passaram-se mais de 25 anos. Atualmente a cada visita que faço a Frahm, como fornecedor e colaborador, remeto-me as lembranças de minha juventude. Sinto-me honrado em participar da história da empresa.
Grande abraço.
Marcionei Miguel Rio do Sul - SC
O Sr. Marlon da BC de Andrade da cidade de São João do Meriti, que fica no Rio de Janeiro é um cliente novo, porém tem uma história importante com a Frahm.
O Sr. Marlon já era do RJ e há 23 anos foi para Portugal ontem trabalhou por todo esse tempo com áudio. Porém, ainda enquanto residia no Rio, um amigo dono de um bar lhe pediu para fazer uma sonorização em seu estabelecimento que fosse boa e barata, pois os recursos não eram muito acessíveis. Foi onde ele adquiriu um par de caixas 2 vias da Frahm. Passados os 23 anos, o Sr. Marlon voltou e teve a feliz surpresa de encontrar o bar com a mesma sonorização da época e as caixas Frahm ainda em funcionamento.
Revendo os produtos Frahm, foi onde ele lembrou da marca e de quando fez o primeiro pedido Frahm para a loja que ocupa espaço juntamente com grandes marcas como JBL, M-Audio e Behringer.
Esta, sem dúvidas, é mais uma das histórias que fazem parte destes 50 anos da Frahm.
Abraços,
Marcionei Miguel
Analista Adm Vendas Hinor
Paulo -
Minha história é bem simples, mas marcante.
Quando tinha 11 anos, meu pai me deu um violão Di Giorgio, acústico e clássico, para eu aprender a tocar. Eu já estava há 2 anos no curso de teclado, então pra mim não foi tão difícil começar a tocar violão. Porém, meu pai tinha uma guitarra Wash Burn e um violão Giannini Elétrico de uma série bem rústica, e mais alguns equipamentos. Mas ele não deixava nem chegar perto dos mesmos.
Minha alegria era quando eu ficava sozinho em casa, e escondido pegava o violão elétrico (ou raramente a guitarra, só quando ela não estava no carro do meu pai), arrastava uma Caixa Frahm CA150 e plugava o violão na caixa. Tocava no mais alto volume da Caixa.
Aprendi a tocar violão assim, escondido, plugando o Violão de estimação do meu pai na Caixa Amplificada da Frahm. Isso me marcou tanto, que a única Caixa de Som que eu conheço o “nome” do modelo, é a CA150, que inclusive ainda está na casa do meu pai até hoje, mesmo passados alguns anos.
Bem, essa é minha história com a Frahm. Valeu!
Eliandro Martins Araruama - RJ
Quando eu era criança, na década de 80, morávamos numa parte de um bairro que era muito perigoso em nossa cidade. Tínhamos em casa, tv... fogão... geladeira... som... tudo! Um dia saímos pela manhã e a tarde quando voltamos, nossa casa havia sido arrombada e levaram tudo... Meus pais levaram cerca de um ano pra conseguir comprar todas as coisas de volta e uma das coisas que ficou por último, foi o nosso aparelho de som. O que os ladrões levaram era um daqueles sons enormes que pareciam uma caixa de vestido de noiva e lembro que minha mãe antes vivia reclamando que aquele som era uma chiadeira só... que mais parecia uma caixa de abelhas. Um dia, já morando em outra casa e ainda sem um aparelho de som novo meu pai resolveu sair e falou pra minha mãe: - Arrume espaço na estante que eu vou na Casa da Banha comprar um som pra gente. A nossa estante era enorme e mesmo assim minha mãe tirou tudo, deixando apenas a tv no lugar. Quando meu pai chegou, veio com uma caixa de papelão nos braços que provavelmente caberia uma tv de 14 polegadas de tão pequena que era. Minha mãe perguntou o que era aquilo e ele disse que era o novo som. Ela ainda brincou: - Isso é apenas uma das caixas de som... e cadê o resto? Ele disse que estava tudo ali dentro e que ela iria ver. Quando abriu, viu um toca discos pequenininho cinza com umas caixas de som que provavelmente tinham 15 cm x 15 cm de tamanho. Ela riu e eu fiquei apaixonado pelo aparelho, pois parecia de brinquedo e ainda vinha com um microfone. Resumindo, o som inteiro coube em apenas uma das prateleiras da estante. Quando meu pai foi ligar, minha mãe ainda estava muito descrente. Quando começou a tocar a primeira música, meu pai colocou no último volume e minha mãe pediu pelo amor de deus que o abaixasse. Foi assim que a Frahm começou a fazer parte de nossas vidas... fazendo muito barulho. Anos depois meus pais se separaram por um tempo e ele vendeu o aparelho. Na década de 90 quando todos já tinham som 3 em 1 começou a surgir os duplo decks, ai ganhei um desses com toca discos, rádio AM e FM e Duplo Deck e já vinha com entrada pra CD. Adivinhem de qual marca? Frahm? Infelizmente hoje, com trinta anos, não o tenho mais. E quanto ao Toca Disco cinza da minha infância, volta e meia ainda o procuro pela internet para ver se o acho. Ainda terei outro daqueles.
Marco Lopez (guitarrista da Banda BJACK) São Leopoldo - RS
A BJACK começou como todas as grandes bandas. Reunião de alguns amigos, tempo livre sobrando, monotonia na cidade do interior e vontade de "agitar" como nossos ídolos.
Comecei a tocar por volta de 1995, 1996 por influência de meu irmão mais velho, o qual havia pertencido a algumas bandas de Santa Maria / RS. Foi através dele que tive o primeiro contato com a Frahm, pois ele possuía uma caixa, o modelo CS 1015. Fui morar em Santiago / RS e com alguns amigos que conheci na nova cidade resolvi montar minha primeira banda, chamada Segunda Opção. Com o passar dos anos, a galera ia desistindo de tocar, pois na época só rolava festas de escolas, pois as casas noturnas não deixavam a gente tocar e nem entrar, devido a nossa pouca idade, na época a média de 12 anos.
Mas o tempo foi passando e em 1999 montei a banda que viria a ser a BJACK, mas antigamente com o nome de Black Jack. Com mais 2 amigos, Guilherme Neu e Diego Ancines, começamos a ensaiar e montar o repertório de um show, e após 1 ano de ensaios, em 2000 fizemos a nossa estreia, tocando numa festa promovida pela prefeitura da cidade de Santiago / RS.
Nosso equipamento de palco para shows eram 3 caixas Frahm do mesmo modelo, onde 1 usávamos no baixo e 2 eu ligava em linha, usando na guitarra. Com isso eu simulava o "meu cabeçote", pois eu via as bandas grandes com aqueles cubos enormes, então queria ter um igual. Minha solução era empilhar caixas Frahm e ligá-las em linha. Passamos boa parte da nossa vida usando equipamentos da linha Frahm, por serem a melhor relação custo-benefício para um músico na época. Eram caixas boas, duráveis e acima de tudo, multi-uso. Na mesma época, lembro também que vários bares e escolas também possuíam a linha Frahm, o que comprova ainda mais a sua relação com o público usuário.
O tempo foi passando, fomos adquirindo outras marcas de amplificadores. Em 2007 gravamos nosso primeiro CD, "O Resto É Pó", já em 2009 gravamos nosso primeiro DVD, homenagem as bandas gáuchas de rock, intitulado "BJACK Apresenta: 20 Anos de Rock Gaúcho". Nesses 10 anos de banda, passamos por muitas coisas boas, outras nem tanto, porém sentimos aquele prazer e sensação de vitória e bem estar, por estarmos há 10 anos subindo em palcos, e começamos isso, praticamente crianças. Na nossa história, a Frahm marcou presença em bons 4 anos de banda, e foram anos memoráveis e de realizações. Isso é só um pouco da história da Frahm em nossa carreira, garanto que muitas outras bandas também tem um pouco da Frahm em sua trajetória. Mais sobre a BJACK poderá ser consultado em www.oficialbjack.com.
Obrigado a Frahm pela parceria. Começar a BJACK com a linha Frahm foi incrível. E parabéns pelos 50 anos de história dos amplificadores Frahm.
CELSO E MARLI Rio do Sul - SC
Nossa história com a FRAHM começou em 1980 quando a Marli começou a trabalhar na FRAHM e sonhava ter um aparelho da marca : o ST1000 – toca discos para 5 LP´s.
Falava tanto no produto que seu pai comprou um para dar de presente para ela.
Comecei a trabalhar na FRAHM em 1986, nos conhecemos, casamos e ... adivinha quem animou nosso casamento ? O ST1000 da FRAHM.
Depois disso ele tocou mais dois casamentos.
Continua em nossa casa e é uma peça que acompanha nossa vida, é parte da nossa história com a FRAHM.
Já nos ofereceram um bom valor por ele, mas, há coisas que não tem preço.
Somos casados há 22 anos e trabalhamos há mais de 25 anos na FRAHM.
PS.: a data de fabricação do ST1000 é 16/12/1981
Emilia rio do sul - SC
No dia do aniversário do Sr. Norberto, ele me convidou para ir comer bolo, mas como eu estava muito enrrolada com trabalho nem me dei conta que já estava na hora de ir. Quando olho, lá vem ele, e então diz:
"bom dia, hoje é meu aniversário, levante e me de um beijo e um abraço. Vamos comer bolo, e vem agora! Isso é uma ordem!
Emilia rio do sul - SC
Na época da enchente de 1983, eu trabalhava a 1 ano na empresa (hoje já estou a 31 anos), e então o Sr. Norberto reuniu todos os funcionarios e então disse:
"Eu não precisava mais trabalhar, nem meus filhos e netos. Mas ao pensar quantas famílias dependiam dessa empresa para viver, arregacei as mangas e então recomecei do zero."
Gabriel Dias Meneghel Navegantes - SC
Bom meu pai compru uma caixa amplificadora FRAHM quando eu era mais pequeno . A caixa que ele comprou era umas das mais novas caixas.
E em 2010 Achei ela jogada na Garagem e liguei na tomada testei ... consegui colocar ela para funcionar foi um dos melhores dias que eu tive naquele ano .Bem... depois de eu ter ligado, Fui e dei uma geral nela limpei e dei uma arrumada, pintei as grades...Em fim,estou com ela até hoje na minha casa ,está funcionando como se fosse nova .Eu Acho que eu e minha Familia Participamos da História da Frahm . Eu nao vi jamais uma História dessas , Me emocionei vendo o Video que está no You tube . Obrigado Frahm Por participar da minha vida !.
Vando rio do sul - SC
Ao ler relatos emocionados de tantos colaboradores da Frahm, não me contive e também quero dizer alguma coisa sobre minha relação com essa tão querida empresa riosulense.
em 1987 eu comecei a fazer som em bares de todo o vale do Itajaí e nas praias de Sc, e usando 4 cxs frahm (duas amplificadas e duas passivas) a gente fez a festa de muitos por onde eu e o Arno passamos.
Desde essa época me sinto parte dessa empresa, pois em quase todos os eventos, estou sempre participando.
desejo muito sucesso a família frahm e que continue fazendo parte da nossa trilha sonora. abçs!!!
Valmir f. machado sao joao batista - SC
Lembro da frahn como se fose da familia, uma caixa de son AL-10 amplificada ligada em um toca fitas k7, no final dos anos 70 a festa estava feita era domingueira todo final de semana, hoje ainda tenho em uso diario, um radio PL 500, um frincipe, dois PL 72 diplomata, um Rc 200, uma radiola cinderela linda, tudo em perfeito estado de funcionamento, pretendo adquiri outros modelos, para minha coleçao, pois sao aparelhos que marcaram uma geração, eu faço parte dessa geração, hoje tenho 50 anos e continuo ouvindo os radios da frahm em minha casa, parabens pelos seus 50 anos de susesso.
José Abreu rio do sul - SC
Eu trabalhava na made frahm, hoje sou aposentado.
O que sempre me chamou muito a atenção é que o Sr. Norberto sempre foi muito humano. Um fato que chamou a minha atençao e marcou minha vida relato abaixo:
Quando meu pai ficou muito doente, quem mais me ajudou foi a Frahm, mais especificamente o Sr Norberto. Quando meu pai faleceu, a frahm me levou para taió e blumenau, tudo sem custo algum. Isso me mancou e criou um laço muito forte com a marca.
Minha mulher está de cama a muito tempo, e por isso sempre digo pros meus amigos que minha melhor amiga é a minha cinderela da Frahm, pois tenho ela na minha varanda, tenho minha sala de vinil e minha cuia de chimarrao. Lá sento e fico, pensando na vida e meditando. Essa cinderela nao tem preço!
Ramon Saraiva Ferreira de Oliveira Juazeiro do Norte - CE
Minha história com a marca Frahm começou em meados dos anos oitenta mas precisamente com meu pai. Meu pai e minha mãe casaram-se em 1980, ano que também nasci, e não tinham muitas condições no inicio do casamento, apesar de nunca deixarem faltar nada. Quando por volta do ano de 1985 ou 1986, ele comprou uma radiola de madeira, pequena com duas caixas de som e me lembro ser dessa marca, eu morria de rir quando ele colocava um disco bastante empenado fazendo mudar muito a rotação da musica, era de uma banda que cantava em inglês, pelo ritmo, deveria ser americana onde ouvia-se no refrão "Superman, Superman...", conhecem? Com esse radiola, escutei muitos discos da xuxa, que era uma febre, do RPM, os discos coloridos com as historinhas e por aí vai, a partir de então a musica tornou-se algo essencial na minha vida. nunca tinha me dado conta disso, mas ao escrever aqui me deparei com tal fato. No iníco do ano 2000, uns amigos e eu montamos uma banda de rock, tocando musicas nacionais de artistas como Raul Seixas, Casa das Maquinas e bandas internacionais como Pink Floyd, Radiohead... precisamos comprar algum amplificadores para plugar a voz, duas guitarras e um contrabaixo, nesse exato ano, aqui na minha cidade não existia lojas de instrumentos musicais, mas o comércio de lojas de eletro-eletronicos era forte, foi então que numa loja dessa compramos três caixas amplificadas da marca Frahm, que na época, que não era tão fácil achar artigos musicais, pois o comercio eletrônico ainda engatinhava fazia a gente ficar dependente da sorte de achar algo por aqui. Depois desse tempo todo, ainda me lembro delas novinhas com aquelas 3 entradas para instrumentos e vozes, com a grade de metal, nos serviu muito quando iamos tocar no SESC da cidade vizinha a minha, para mim era o som perfeito. Atualmente, dessas três caixas só existem duas e funcionando, claro que a aparencia já não é mais a mesma, as duas estão na casa de um amigo meu que nesse mês ainda ensaiou com elas. Para finalizar, vocês foram o pontapé para aquilo que transformaria para sempre a minha vida, a música. Um abraço e espero que tenham gostado da história.
Mayko kargel Joinville - SC
Em 1994 houve uma grande enchente em joinville, depois que a as águas baixaram olhei em um monte de destroços que a água amontou, estava um radio da frahm, achei que ele merecia uma segunda chance e levei o radio comigo, meu radio da frahm é um modelo _ CPL 4-A, Principe.
Eu o guardo comigo até hoje, e vai continuar aqui por um bom tempo, hehe
Edemilson J. Da Silva Rio do Sul - SC
Olá!
O meu nome é Edemilson J. da Silva.
Bom, a minha historia já tive oportunidade de contar a vcs.O meu contato hoje é para falar um pouco da história do meu Pai, Sr. Januario da Silva. (motorista de caminhão)
Conversei com a helena Frahm sobre está história e gostaria que este relato chegasse as mãos da dela.
A mais ou menos 50 anos atrás o Sr. Norberto Frahm Procurou o meu pai para pedir-lhe que trouxesse de Porto Alegre uma carcaça de radio.
Pois bem, ele trouxe a carcaça para ver se o Sr. Norberto aprovaria.
Ele fez algumas mudanças e e solicitou a mudança da mesma.
Com as alterações feitas o Sr. Norberto fez um pedido a fabrica de 15 pçs e solicitou novamente que o meu Pai as trouxesse, só que o Sr. Norberto resolveu ir junto de caminhão (Alfa Romeu) para Porto Alegre buscar as carcaças de rádio.
E assim seguiram e foi quase uma semana de viagem a Porto Alegre, chegando em Rio do Sul o Sr. Norberto Presenteou o meu Pai com um Disco de Vinil da dupla Tibagi e Miltinho.
Pois é pessoal, este é um pequeno relato da historia do meu Pai, que também fez parte desta Grande Empresa, Do Seu Diretor Presidente “ NORBERTO FRAHM”
"Este mês ele completou 77 anos, destes, mais de 40 anos no Transportes Mirim (ainda em atividade) "
Grande Abraço a Família Frahm.